PAZ PELA PAZ E NÃO-VIOLÊNCIA – TEXTO 1

 João Bosco Barbosa Martins

Como integrantes do Movimento Paz pela Paz e Não-Violência (Movpaz) e com o desiderato de abrirmos um canal de comunicação, estaremos trazendo algumas reflexões sobre o principal objetivo desse movimento pacifista. Trata-se de difundir a cultura da paz na sociedade.

 Não pretendemos ensinar ninguém. Somos imperfeitos, cheios de erros, de defeitos, mas com uma coisa muito importante dentro de nós: o sonho de mudar a realidade atual da violência em nossa capital. O caminho é grande... Fazer paz é muito difícil... Mas por que não darmos a nossa pequena cota de colaboração? Poderemos fazer a diferença... Aplicarmos o ensinamento do beija-flor que pretende acabar com o incêndio da floresta. Sonhar é preciso! É preciso sonhar!

Então vamos lá para a nossa primeira mensagem!

 Ao se falar em paz deve-se, primeiramente, fazer uma reflexão a respeito desta palavra tão bonita chamada "PAZ". O que é paz? Todo mundo fala em paz e só vemos no dia-a-dia um distanciamento muito grande da atitude de paz entre as pessoas. Será que estamos realmente preocupados com a cultura da paz ou é só modismo?

 Por que é tão difícil se seguir o exemplo de Madre Tereza de Calcutá, Martin Lutter King, Dalai Lama, Jesus Cristo, Chico Xavier, Irmã Dulce, Gandhi, Sai Baba, Dom Helder Câmara, Nando Cordel, John Lennon, Betinho, dentre outros pacifistas? Por que o mundo é tão violento? Por que as pessoas estão matando umas às outras? Por que as pessoas não aplicam o principal mandamento do mestre Jesus Cristo: "Façam a outros o que quiserem que outros façam a vocês".

 Sabemos que a paz do mundo começa em nós mesmos... Se obtemos a paz interior, tornamo-nos mais felizes, mais amorosos, mais concentrados, com pensamentos mais saudáveis e agimos com maior parcimônia com o nosso próximo. Assim, logo se vê que só se tem vantagem com esse tipo de comportamento.

 Que tal começarmos a tomar algumas atitudes mais pacíficas? Poderemos começar a pensar em tratar uma pessoa estranha com gentileza e respeito. Certamente essa pessoa começará a nos tratar com simpatia e gentileza e até vai nos estender a mão. Poderemos começar a reservar um momento do dia para fazermos uma reflexão sobre o nosso papel como ser humano nessa vida. O caminho pode ser escolher um tempo no dia para ficar sozinho para trabalhar as próprias emoções ou simplesmente para usufruir de um momento de tranqüilidade pessoal.

 Que tal começarmos a aplicar os ensinamentos do autor Stemphen Levine que diz: "Se você tivesse uma hora para viver e pudesse dar um único telefonema, para quem você ligaria, o que diria, e o que você está esperando?"

Pé na tábua e vamos refletir juntos sobre essa orientação. A nossa paz de espírito melhorará tremendamente e a paz do mundo receberá uma grande contribuição. Até a próxima!

Ana Emilia Baracuhy

Recife (PE)

 

João Bosco Barbosa Martins

Fortaleza (CE)

 

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Paz